A Batalha. O desafio.

14 de agosto de 1385. Castelhanos de um lado. Lusitanos do outro.

Centenas.

Não.

Milhares. Milhares de homens.

Trinta mil espanhóis para sete mil portugueses. O exército de D. João I tomou posição no local escolhido por D. Nuno Álvares Pereira.

Uns em cima dos cavalos. Outros, em pé no chão, de espadas na mão, protegidos de ferro.

De repente, avançam... e o pó levanta-se. Ouvem-se gritos. Os cavalos relincham. As espadas batem umas nas outras. As setas sobrevoam aqueles campos. Uma luta épica. A Batalha de Aljubarrota.

O resultado foi uma derrota definitiva dos castelhanos. Um grande momento histórico para Portugal, que está associado à lendária Padeira de Aljubarrota. A senhora Brites de Almeida terá aniquilado com a pá do seu ofício, um grupo de sete castelhanos famintos, escondidos no forno!

Já lá vão mais de seiscentos e trinta anos... e as marcas destas histórias estão bem presentes no nosso concelho e no concelho de Porto de Mós. E mesmo seiscentos anos depois, como povo de tradição que somos, fazemos questão de eternizar esse ambiente. O ambiente medieval.

E a vila de Aljubarrota está preparada para nova festa. Está preparada para recriar esse ambiente místico e sonhador, do tempo dos reis e das rainhas, do tempo das lutas de honra e dos torneios de xadrez e dos torneios a pé a cavalo.

Imaginem o cenário... comigo, para vos desafiar:

Primeiro, a luta. A batalha. Recriada com que sabe. De forma verdadeira, intensa, fiel.

Depois, o canto medieval. Existe. Ouve-se. Sente-se.

Os cortejos. De dia e de noite.

As longas mesas estão preparadas para as ceias. As bancas de madeira têm os licores, os doces, o mel e as compotas.

Os malabaristas e os ilusionistas brindam com truques e jogos com fogo, ruas fora.

Há dança. Há casamentos. Há vivências daqueles tempos...

A luz é pouca. É a luz medieval.

A cerâmica está lá. O barro castanho.

As flores. As coroas de flores. E os vestidos. E os fatos.

Há livros. Há histórias. Há estórias.

Já vos agucei a curiosidade? Convenci? Espero que sim!

A ‘Aljubarrota medieval’ está vossa espera. Há nossa espera. Há espera de todos.

Que orgulho, na minha freguesia!

Até breve.

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